domingo, 27 de janeiro de 2008

A falsa epidemia da febre amarela e os crimes da imprensa


Já havia comentado aqui neste blog o partidarismo oportunista da mídia brasileira, tão vulgar e baixa que chegava ao nível de promover pânico na população com a intenção de atingir o presidente Lula, agora encontrei a matéria que segue que vê a confirmar minha impressão anterior.
Este tipo de jornalismo aqui nos Estados Unidos, seria punido com multa pessada.

O jornalista Paulo Henrique Amorim, em seu blog CONVERSA AFIADA, sugere que o Ministério Público processe a Rede Globo e o Correio Braziliense. Eles inventaram uma inexistente epidemia de febre amarela no Brasil, com a clara intenção de atrapalhar o Governo Federal. Foi um crime. Brasileiros morreram em decorrência de efeitos coletaterais da vacina tomada em dose dupla. Foram internadas 42 pessoas induzidas a tomar dose dupla. Aliás, Paulo Henrique Amorim lembra que em 2000, na gestão de José Serra no Ministério da Saúde, ocorreu um dos picos de mortes ( 40 casos) por febre amarela. Se o Brasil fosse realmente uma democracia o MP processaria os dois jornais para apurar as responsabilidades deles na epidemia inventada que alarmou a população. Há muitas histórias de pânico. Paulo Henrique Amorim cometeu um erro. Não incluiu, na sugestão ao MP, o nome de Eliane Catanhêde, da Folha de S. Paulo. A colunista de direita assumida não disfarçou sua intenção de causar pânico, alarme, convocando a população para buscar em massa vacinação nos postos de saúde. Se isso não é crime, o que mais será? Como afirma Paulo Henrique Amorim "a sofreguidão para disseminar notícias que levem à queda do presidente Lula é ilimitada". Não passarão.


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